Sabia que rapidamente iria obter uma reposta, para tudo aquilo.
Até que entretanto, me aproximei o suficiente para perceber que o clarão era uma saliência que havia numas rochas.
De repente senti um mão nas costas a empurrar-me. Acordei meio zonzo e sem saber onde estava, tentei uma primeira vez levantar-me mas sem sucesso , até parece que tinha levado uma sova "daquelas à antiga", tentei uma segunda vez após as dores atenuarem um pouco e lá me consegui levantar.
Olhei em redor e tudo a minha volta estava branco com uma folha de papel. Será que essa saliência era uma passagem para o outro lado da vida?
Fui à procura de respostas para as minhas perguntas, mas ao longo do caminho fui sentido as minhas pernas a ficarem fracas parecia que já andava a andar à dias, até que ao fundo lá estava de novo a tal pessoa sentada no tal banco de jardim.
Ele falou antes de eu poder pôr as minhas questões e explicou-me o que era tudo aquilo. Era uma mera utopia do que era a minha vida no momento tinha sido o meu cérebro que tinha feito para eu puder relaxar de todos os problemas que vão sendo criados ao longo da vida, foi então que acordei no banco do jardim. Téra sido um sonho?
domingo, 26 de novembro de 2017
A caminho dos sonhos (2º parte)
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